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O 113 na
Boavista, Setembro de 1981. As platformas foram alongadas e foram colocadas portas. Os degraus retraíveis
estão fixados.
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Pouco depois dos novos "Risca ao Meio", foi introduzido um novo tipo de carro eléctrico.
Desta vez com sete janelas e assentos transversais. Apesar da sua designação, estes eléctricos foram
construídos por A Constructora e não por Brill.
Foram construídos apenas quatro carros eléctricos deste tipo. Três encomendados pela
CCFP em 1907, os quais entraram ao serviço em 1908 com os números 199-201 e um em
1909 que teve o número 250. Mas tal como a maioria dos carros, foram renumerados mais tarde.
Três desses eléctricos passaram para os STCP, dos quais um (112, antes CCFP 179) foi desmantelado,
um (114, antes CCFP 236) foi vendido aos EUA e um (113, antes CCFP 180) está em armazém mas não foi ainda restaurado para o museu. O 113 foi o único desta série que foi escolhido pelos
STCP para ser modernizado. Foram nele instaladas plataformas alongadas e degraus retraíveis. Tal como as séries entregues por Brill
em 1909/10, eram também designados por Brill-23.
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Dois eléctricos Brill-23 (números 250 e 252) na
Praça Dom Pedro (Praça da Liberdade). O 250 tem plataformas abertas e é da primeira geração,
enquanto que o 252 tem para-brisas e foi construído de origem por Brill. Mais tarde, também as plataformas dos Brill-23
de primeira geração foram fechadas. (Foto que data de cerca de 1910)
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