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Remise no Largo do Ouro. No postal do qual esta foto
corresponde a uma ampliação, o remetente escreveu a data de 21-8-04. Por isso, a foto deve ter sido tirada durante
o Inverno (como indica a árvore) entre 1896 e 1904.
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A empresa de carros Americanos mais antiga, a Companhia Carril ou Companhia de Baixo, tinha uma
remise à beira do rio perto do Largo do Ouro (Largo António Calém). Este complexo manteve-se
em utilização após a fusão das duas empresas. Uma outra remise estava situada na Foz.
A segunda empresa, a Companhia Carris ou Companhia de Cima, tinha várias
estações. Uma delas situava-se no primeiro términus da linha para a Foz: Cadouços.
Boavista
O local mais importante para os eléctricos clássicos do Porto era a Boavista.
Há uma página dedicada.
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A estação de carros de Cadouços na Foz. A fotografia foi tirada entre
1874 (ano de abertura da linha) e 1878 (início da tracção a vapor).
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Arrábida
A electricidade foi durante um longo período gerada em centrais da própria CCFP. A
primeira central de geração estava situada na Arrábida. O carvão era transportado de barco. Por
volta de 1912 a capacidade tornou-se insuficiente e a CCFP decidiu construir uma nova
central de geração de electricidade. A Arrábida foi também utlizada como remise e oficinas
para os primeiros carros eléctricos e seus atrelados. Os antigos edifícios na Arrábida
passaram a ter outra utilização industrial, mas foram demolidos em 2000.
Massarelos
Em 1915 a CCFP inaugurou uma nova central de geração em Massarelos.
Há uma página dedicada.
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Durante o desfile anual (Maio de 2000), os carros de museu
22 e 104 passam em frente dos edifícios degradados da Arrábida, onde se situava a primeira central de geração de electricidade.
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A antiga sub-estação do Castelo do Queijo. Durante um certo
período, o departamento de via e obras estava situado aqui.
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Sub-estações
Além das grandes centrais da Arrábida e Massarelos havia várias sub-estações
situadas em locais estratégicos. A CCFP instalou-as em Massarelos, Castelo do Queijo, Telheira, Contumil, Corpo da Guarda e Santa
Eulália. Quando passou a captar da rede com 15 kV, os STCP instalaram 12 novas sub-estações. |

Maquete construido por Joaquim Leorne da central termo-eléctrica de
São Pedro da Cova (inaugurada em 1918 e desactivada em 1929)

Maquete construido por Joaquim
Leorne da subestação Telheira
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