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Com a abertura da central eléctrica de Massarelos, o carvão era fornecido das minas de São Pedro da Cova por meio de eléctricos especiais chamados zorras. No entanto, as zorras eram tabém usadas para levar o carvão para outros utilizadores tais como a fábrica do gás e a estação de comboios de Campanhã.
Originalmente estes eléctricos tinham plataformas completamente abertas. Quando chovia, o guarda-freio usava um impermeável preto e chapéu, botas e luvas de protecção. Mais tarde, as plataformas foram fechadas.
Durante o período por volta de 1910 a 1925, a CCFP tinha um total de provavelmente 23 zorras numeradas na série 225 e 227 a 248. Os STCP tinham um total de 25 zorras numeradas 50 a 72 e 77 e 78. A zorra 77 é a última em serviço pelo departamento da via e obras. As 58 e 66, sendo a última com plataformas abertas, fazem parte da colecção do museu.
A designação zorra já era utilizada desde os tempos dos carros de tracção animal para os carros de mercadorias abertos. A Carril possuia 6 e a Carris 12. Mais tarde, o número aumentou. Provavelmente a maioria deste carros foram usados mais tarde como atrelados para os mais variados fins, tais como o transporte de peixe ou de areia.
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